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                                                                                       31 de Janeiro de 2018

Indicador de Custo de Crédito ficou em 21,4% no ano, diz BCB

O Banco Central do Brasil – BCB apresentou nesta segunda-feira o resultado das operações medidas pelo Sistema Financeiro Nacional, que em dezembro de 2017 teve o custo médio das operações de crédito ativas , aferido pelo Indicador de Custo do Crédito (ICC), em 21,4% ao ano (queda de 0,5 pontos percentuais no mês e queda de 1,4 p.p em doze meses), com redução no crédito livre (-1,4 p.p. e -4 p.p., nas mesmas bases de comparação, situando-se em 34,4%) e estabilidade no direcionado (em 8,9% a.a.).

O spread do ICC, que corresponde à diferença entre o ICC e o custo de captação médio das operações ativas na carteira de crédito, situou-se em 14,1 p.p. no mês (recuos de 0,4 p.p. no mês e em doze meses), registrando redução no crédito livre (respectivamente, -1,2 p.p. e -1,6 p.p, para 25,3 p.p.) e estabilidade no crédito direcionado (em 3,5 p.p.).

A taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro, que se refere às operações contratadas no mês, situou-se em 25,6% a.a. em dezembro (-1,3 p.p. no mês e -6,6 p.p. em doze meses). Na carteira livre, o custo médio alcançou 40,3% (-2,5 p.p. no mês e -11,9 p.p. em doze meses), a maior redução em doze meses da série mensal, iniciada em março de 2011. No crédito direcionado, recuo de 9,1% (-0,2 p.p. e -1,5 p.p., nos mesmos períodos).

No crédito às famílias, a taxa de juros situou-se em 31,9% a.a. (-1,5 p.p. mês e -10,1 p.p. doze meses), a menor taxa desde dezembro de 2014. Nas contratações com recursos livres, reduções de 3,1 p.p. no mês e de 17,3 p.p. em doze meses, destacando-se os recuos, no mês, das taxas de crédito pessoal não consignado (-12,7 p.p.) e cartão rotativo não regular (-12,1 p.p.). No ano, sobressaíram as reduções no cartão de crédito rotativo (regular: -231,8 p.p. e não regular: -118,3 p.p.), refletindo as mudanças normativas adotadas a partir de abril. No crédito direcionado, a taxa situou-se em 8% (+0,1 p.p. no mês e -2,4 p.p. em doze meses), destacando-se a redução nos financiamentos imobiliários (-2,9 p.p. anual), notadamente nas operações com taxas de mercado (-4,4 p.p. no ano).

Na carteira de pessoas jurídicas, o custo médio alcançou 16,8% a.a. (-0,9 p.p. no mês e -3,3 p.p. em doze meses). Nas contratações com recursos livres, a taxa recuou para 21,5% a.a. (-1,4 p.p mês e -6,6 p.p. em doze meses), destacando-se as reduções em desconto de duplicatas e recebíveis, antecipação de faturas de cartão e capital de giro. No crédito direcionado, a taxa recuou para 10,8% a.a. (-0,6 p.p. e -0,1 p.p., nas mesmas bases de comparação).

O spread geral do sistema financeiro, calculado a partir das taxas de juros das concessões do mês, situou-se em 18,9 p.p. em dezembro (-1,2 p.p. no mês e -3,8 p.p. em doze meses). No crédito livre, o indicador alcançou 31,8 p.p. (-2,5 p.p. e -8,5 p.p. nos mesmos períodos), enquanto, no crédito direcionado, o spread se manteve em 4,3 p.p. em dezembro (+0,6 p.p. anual). O spread para no crédito a pessoas físicas declinou 1,3 p.p. no mês e 7 p.p. no ano, para 25,4 p.p., enquanto nas operações a pessoas jurídicas recuou -0,9 p.p. e -1 p.p. respectivamente, alcançando 9,8 p.p. em dezembro.

A taxa de inadimplência das operações de crédito do sistema financeiro, considerados os atrasos superiores a noventa dias, manteve trajetória de queda, situando-se em 3,2% (-0,4 p.p. no mês e -0,5 p.p. doze meses). A redução ocorreu tanto no segmento das famílias (respectivamente, -0,3 p.p. e -0,4 p.p.), para 3,5%, quanto no de empresas (-0,4 p.p. e -0,6 p.p.), para 2,9% em dezembro.

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